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Como manter a autoestima durante um tratamento contra o câncer de mama Câncer

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Receber o diagnóstico de um câncer de mama traz medo, dúvidas e angústias. Esse é também um momento que mexe com a autoestima e o autocuidado da mulher. O olhar se volta para o corpo, tanto pela questão da saúde quanto pelas mudanças que acontecem devido ao tratamento. Símbolos da feminilidade, os seios e os cabelos podem ser afetados pela mastectomia (cirurgia de retirada da mama) e pela quimioterapia. O tratamento com corticoides pode ocasionar um ganho de peso, e outras medicações também podem afetar a pele e as unhas. 

Os efeitos da luta contra o câncer de mama são físicos e também psicológicos. Para 70% das mulheres que têm ou tiveram câncer de mama, o tratamento e suas consequências emocionais são considerados piores que a doença em si, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Avon e Data Popular. Por isso, o cuidado com a saúde emocional é importante para as pacientes. Vários recursos médicos e atividades terapêuticas estão disponíveis para atender as necessidades estéticas e emocionais e ajudar a melhorar a autoestima durante e após o tratamento.



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Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, 70% das pacientes com câncer de mama passam por uma mastectomia. Cirurgias de reconstrução, por meio de rotação de retalhos ou próteses de silicone, ajudam a melhorar a aparência da mama. A intervenção pode ser feita depois ou no mesmo momento da mastectomia – a chamada reconstrução imediata.

Recursos não cirúrgicos também ajudam a manter a autoestima, como a prótese externa não implantável. Ela simula o formato do seio e é encaixada no sutiã para substituir a parte da mama que foi retirada. A reconstrução estética da aréola e do mamilo pode ser feita com tatuagem, com resultados realistas. Tatuar desenhos sobre as cicatrizes, para algumas mulheres, também é uma maneira de ressignificar a cirurgia.

A autoestima, porém, não depende somente da aparência dos seios. A beneficiária SulAmérica Sonia Portescheller, 66, conta que descobriu um câncer de mama em 2014. Agora, depois de contar com a Iniciativa Oncologia do programa Saúde Ativa, e em estágio de remissão, explica por que optou por não fazer a reconstrução da mama: “Eu me gosto desse jeito, então vou ficar assim. Mas tem recursos. Temos o direito de reconstruir a mama. Se isso incomodar, tem que fazer”.


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A perda temporária dos cabelos, um dos efeitos colaterais da quimioterapia, poderá depender do tipo de quimioterapia escolhida para o tratamento, podendo ser de leve até a perda completa do cabelo. A alopecia costuma abalar a autoestima de muitas pacientes, mas, felizmente, algumas opções estão disponíveis para quem quer disfarçar o efeito, como perucas e lenços. A vantagem desses recursos é que eles podem ser trocados frequentemente, de acordo com o gosto da mulher. Para quem decide assumir a calvície, um outro recurso pode ajudar a expressar a vaidade: a maquiagem. “Tenho uma amiga que fez quimio e não usava peruca, botava um batom e ficava bonita”, conta a beneficiária Sonia Portescheller.



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O cuidado emocional também é essencial para manter a autoestima durante o enfrentamento da doença. Para Sonia, ter acesso a um psiquiatra foi importante – especialmente quando, anos depois, foi diagnosticada com outro câncer, desta vez no pulmão. “[No hospital] você tem apoio, se não está bem pode ir ao psiquiatra. Eles escutam bastante”, diz. Além de consultas com um médico psiquiatra, um tratamento psicoterapêutico a longo prazo também é importante para manter a autoestima e a saúde emocional durante o câncer de mama.

Além do apoio de amigos e familiares, conversar com quem também enfrenta o problema contribui para o bem-estar dos pacientes. É uma oportunidade de compartilhar as angústias e dificuldades da doença, mas também de trazer leveza e alegria ao tratamento. Sonia conta ter formado um grupo de pessoas com quem conversava frequentemente durante a radioterapia, que era sempre no mesmo horário. “Eu não tenho vergonha de falar ‘eu tive um câncer, se precisar de mim é só falar’. Temos que nos ajudar”, diz.

Fazer atividades prazerosas, como dançar ou ler, também ajudam as pacientes a se dedicarem mais a si mesmas e à saúde do corpo e da mente. Buscando ou não recursos estéticos para manter a vaidade, trabalhar a autoestima e o autocuidado é essencial durante a depois do tratamento contra o câncer de mama.

Lembre-se que, por meio da Iniciativa Oncologia do Programa Saúde Ativa, os beneficiários SulAmérica podem contar com apoio profissional para dar suporte a uma jornada mais humanizada na luta contra o câncer de mama.



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