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Matérias



Mitos e verdades sobre a nova onda de contágio da COVID-19 Epidemias

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Um aumento no número de casos de COVID-19 no Brasil alertou para uma possível segunda onda da doença no país. Além do acompanhamento do número de pessoas infectadas, os especialistas também medem a taxa de transmissão — um dado capaz de estimar como a doença tem se espalhado entre os brasileiros. Por isso, quando o número da taxa de transmissão é menor ou igual a 1, espera-se queda no número de casos. E quando o índice é maior que 1, os casos provavelmente aumentam.


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O novo momento continua pedindo atenção de todos na prevenção. E muita gente tem se perguntado: como agir diante de uma segunda onda? Quem já teve COVID-19 está imune? Reuniões de amigos e familiares estão permitidas? Como encarar os próximos passos até que o plano de imunização nacional seja posto em prática? Para ajudar a responder essas — e outras — questões, reunimos mitos e verdades sobre a nova onda de transmissão da COVID-19 no país:


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MITO. A memória do sistema imunológico é semelhante à nossa, lembrando de algumas infecções, mas esquecendo de outras. Um estudo publicado no periódico Nature Medicine mostrou que níveis de anticorpos encontrados em pacientes recuperados da COVID-19 diminuíram rapidamente depois de dois a três meses da infecção. O estudo, assim como casos de reinfecção, mostram que a imunidade não é uma certeza após ter contraído o SARS-CoV-2.

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MITO. Pessoas idosas (acima de 60 anos) e com condições médicas preexistentes (como pressão alta, doenças cardíacas, doenças pulmonares, câncer ou diabete) são consideradas grupo de risco por estarem mais suscetíveis a desenvolver casos mais severos da COVID-19. No entanto, crianças, jovens e adultos também podem ser contaminados pelo vírus, e também podem desenvolver versões severas da doença.

 

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MITO. Um dos fatores que mais disseminam o vírus é a concentração de pessoas, segundo a OMS. E a concentração de pessoas pode estar relacionada à sua reunião familiar. Caso uma única pessoa da casa esteja infectada e sem máscara, ela pode contaminar quem está à sua volta. Por isso, mesmo em tempos de confraternização, é importante manter o distanciamento social para evitar uma cadeia de contágio. 

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MITO.
O aumento do número de casos mostra que o vírus não parou de circular. Além das medidas individuais de higienização, como lavar e passar álcool em gel nas mãos, as pessoas devem evitar saídas desnecessárias, principalmente para lugares fechados ou com aglomeração. Afinal, estar fora de casa possibilita o aumento de contato com pessoas e objetos infectados.

​Mesmo em locais abertos, nem sempre existe uma distância segura ou ideal. Dados publicados na revista científica Nature mostram que restaurantes, cafés e outros locais que voltaram a ser frequentados podem ser focos de muitas contaminações ao mesmo tempo, uma vez que as pessoas podem emitir gotículas e aerossóis contaminados ao ficarem brevemente sem máscara, seja para comer, beber ou falar.

 

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VERDADE. Cuidados como usar a máscara, lavar as mãos e passar álcool em gel ​são essenciais, mas manter ​odistanciamento social continua sendo ​uma das medidas mais segura​s para se prevenir o Coronavírus. Vale lembrar que o vírus tem uma alta capacidade de transmissão e pode ser disseminado mesmo que a pessoa contaminada não esteja com nenhum sintoma.

O contágio pode ocorrer pelo ar ou no contato de secreções contaminadas, como: saliva, espirro, tosse, catarro, aperto de mão ou superfícies infectadas, seguido do toque aos olhos, bocas e nariz, por exemplo. Portanto, a melhor forma de se proteger é manter o distanciamento e as medidas de higiene sempre que possível.


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