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Por que se automedicar pode ser perigoso? Epidemias

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Em uma pesquisa do Conselho Federal de Farmácia, realizada em 2019, 77% dos entrevistados afirmaram tomar remédio por conta própria. Hábito de muitos brasileiros, se automedicar em tempos de COVID-19 pode ser ainda mais perigoso. Isso porque ainda não existe vacina para o novo coronavírus, e os estudos sobre medicamentos eficazes no tratamento da doença não são 100% conclusivos. Por isso, o mais seguro, sempre, é buscar orientação de um profissional médico antes de se medicar.



  • Antitérmicos e analgésicos que você costuma ter em casa podem aliviar os sintomas de febre e dor, mas, se ingeridos em quantidades elevadas, oferecem riscos como intoxicação e reações alérgicas. 

  • Antibióticos devem ser usados apenas após a prescrição do médico, e os pacientes precisam sempre seguir a orientação das dosagens e do modo de usar.  Do contrário, segundo a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), o uso indiscriminado de antibióticos pode tornar bactérias resistentes a esses medicamentos, comprometendo sua eficácia.

  • O ácido acetilsalicílico (popularmente conhecido como aspirina), por exemplo, não deve ser usado em quadros suspeitos de dengue, pelo risco de hemorragias. 

  • Lembre-se: o uso indiscriminado de medicamentos sem indicação médica pode produzir reações alérgicas, dependência e, em casos mais extremos, levar à morte.

 

No caso da COVID-19

É importante lembrar: ainda não há vacina para a COVID-19. Em relação a medicamentos, ainda estamos na fase de estudos científicos para demonstrar a possível eficácia no combate à doença. Por isso, antes de fazer uso de qualquer medicação, é importante buscar orientação médica. Até mesmo os medicamentos para aliviar sintomas precisam ser ministrados com cuidado, evitando o risco de camuflar uma possível evolução da doença e retardar a procura por atendimento hospitalar. Medidas seguras e caseiras, como fazer repouso, tomar bastante água e comer alimentos leves, também ajudam na recuperação.

Além disso, lembre-se sempre de que o isolamento social, as medidas de higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel, além do uso de máscara ainda são as maneiras mais eficazes de evitar o contágio e a proliferação do vírus.

Hidroxicloroquina

Não há evidências científicas que comprovem a eficácia do medicamento no tratamento da COVID-19. Além disso, a hidroxicloroquina, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunologia, pode causar alteração da frequência cardíaca, hipoglicemia e outras complicações graves. A Organização Mundial da Saúde desaconselha o uso da substância até mesmo como forma de prevenção. 


Dexametasona

Estudo da Universidade de Oxford revelou que o corticoide dexametasona reduziu em cerca de um terço as taxas de mortalidade entre pacientes entubados com o novo coronavírus. Os mesmos benefícios não foram constatados nos quadros leves de COVID-19. O medicamento não deve ser usado na prevenção da doença. 

Ivermectina

A ivermectina é uma medicação utilizada para piolho e sarna e tem levado muita gente às farmácias em busca de um método preventivo ou tratamento precoce para COVID-19 sem prescrição médica. Em diversos alertas oficiais, órgãos como a OMS e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária afirmam que não existem estudos claros e conclusivos que comprovem o uso desse medicamento para o tratamento do novo coronavírus, além de esses remédios também apresentarem efeitos colaterais.

Analgésicos e antitérmicos

Esse grupo de medicamentos pode ser utilizado para controlar a temperatura e aliviar incômodos no corpo de pessoas que contraíram o novo coronavírus. Mas é importante tomar cuidado. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária recomenda que pessoas com a COVID-19 que fizerem uso desses medicamentos prestem atenção se os sintomas não pioram ou se prolongam, de forma a não mascarar sintomas da doença e adiar a procura por ajuda hospitalar.

Outras substâncias

Medicamentos como o remdesivir e a azitromicina estão em fase de testes para casos de COVID-19. Algumas delas já são usadas em protocolos hospitalares, mas não devem ser ingeridas sem indicação médica. 

 

Em caso de dúvidas, procure um médico e evite a automedicação. Os beneficiários da SulAmérica contam com diversos recursos no combate ao novo coronavírus por meio do aplicativo. Saiba mais em sulamerica.com.br/coronavirus


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Fontes: Conselho Federal de Farmácia, Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Imunologia e Universidade de Oxford.



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