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Terceira dose ou dose de reforço? Entenda as diferenças e quem deve tomá-la Epidemias

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Terceira dose ou dose de reforço? Entenda as diferenças e quem deve tomá-la

Em agosto de 2021 o Ministério da Saúde anunciou a dose de reforço na imunização contra a COVID-19. A terceira dose, como também é chamada, está sendo aplicada em idosos acima de 60 anos, imunossuprimidos (pessoas com baixa imunidade, portanto, mais vulneráveis a infecções) e profissionais da saúde.

Idosos com mais de 60 anos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses; Profissionais da saúde que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses; Imunossuprimidos que tomaram a segunda dose há ao menos 28 dias.

Preferencialmente, será aplicada a vacina da Pfizer/BioNTech. Na falta dela, deverá ser aplicada as vacinas de vetor viral Janssen ou AstraZeneca. É importante frisar que o reforço vale para quem tomou qualquer uma das quatro vacinas usadas na campanha nacional de vacinação: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen ou Pfizer.

por que a dose de reforço é necessária

Com o passar do tempo, observou-se que o sistema imunológico de determinados grupos – como idosos e imunossuprimidos – já não respondia de modo satisfatório a uma possível infecção da COVID-19. A dose de reforço, então, tem como propósito estimular uma nova produção de anticorpos, como uma espécie de lembrete para o corpo. Em outras palavras, a dose de reforço é necessária para uma manutenção dos níveis de anticorpos.

Por que o intervalo entre a segunda dose e a dose de reforço é de seis meses?

Esse intervalo de tempo foi estipulado após estudos e pesquisas. Assim como ocorre na vacina Influenza, observou-se que a quantidade de anticorpos necessários para nos proteger é mais atuante e segura durante os seis primeiros meses. Passado esse período, não é garantido que a circulação se manterá alta. Idosos e imunossuprimidos podem ter um declínio antes do tempo e, por isso, a depender do caso, a aplicação da dose de reforço pode ocorrer antes.


Terceira dose e dose de reforço são a mesma coisa?

Em tese, não. O Instituto Butantan entende que a terceira dose é um termo aplicado em situações em que a pessoa tomou três doses de um mesmo imunizante. No reforço, a composição não deve ser a mesma e terá uma atualização a partir das novas variantes em circulação do SARS-CoV-2, tal qual ocorre com a vacina da gripe. Além do Instituto Butantan, utilizam o termo dose de reforço o Ministério da Saúde e a Anvisa.

Os dois termos, no entanto, estão sendo utilizados de maneira frequente. Só saberemos qual deles prevalecerá após estudos mais concretos. Caso se comprove a necessidade de três doses para que idosos gerem resposta imunológica suficiente e relativamente duradoura, o correto seria chamar de terceira dose.

SulAmérica Saúde Integral

Caso tenha mais dúvidas, acesse nosso conteúdo com perguntas e respostas sobre a vacina contra COVID-19. Em caso de dúvidas sobre a vacina, sinais e sintomas da COVID-19, os beneficiários SulAmérica podem contar com o serviço de Rede de Atenção Primária à Saúde para tirar todas as suas dúvidas.


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