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Nova Onda de Covid-19 | Importância das doses de reforço Epidemias

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O que é meningite: causas, sintomas e como se prevenir

Depois de 2 anos dentro de casa, foi de grande alívio quando houve a flexibilização da utilização de máscaras e diminuição de casos diários. Porém, mesmo voltando às atividades diárias, o vírus continuou por aí, mas de forma muito mais leve por conta da vacinação em massa que ocorreu no Brasil e ao redor do mundo.

O vírus vem sofrendo mutações, causando recentemente o aumento dos casos, que exigem atenção.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que para evitar o declínio da proteção ao longo do tempo, todas as pessoas devem tomar as doses de reforço de qualquer vacina contra a Covid-19 (aprovadas pela OMS), após um período de 4 a 6 meses depois da última dose.

Isso porque dessa forma as pessoas mantêm um período de imunização consecutivo, ficando protegidos contra o vírus por mais tempo.

E essa nova onda de Covid-19?

Uma nova subvariante da ômicron, a BQ.1.1, está causando um aumento de testes de casos positivos em diversos estados do Brasil. Países da Europa, Estados Unidos e a China.

Por isso as doses de reforço são tão importantes: se os casos continuarem aumentando, as chances de uma pessoa vacinada pegar Covid-19 são menores do que as chances de uma pessoa que tomou menos vacinas ou nenhuma. Além disso, os casos entre pessoas vacinadas tendem a ser mais leves.

E agora, oque fazer?

Todos devem ficar atentos às medidas de combate à doença, como a higienização das mãos, uso de máscaras, evitar aglomerações e à vacinação (pelo fato dessa nova variante ser extremamente transmissível), principalmente idosos e imunossuprimidos, que são mais suscetíveis a pegar a doença, e serem atingidos de maneira mais acentuada.

Não se esqueça de vacinar os pequenos!

É importante que todos tomem a vacina, incluindo as crianças. Porém esse tem sido um assunto bem polêmico, gerando dúvidas nos pais e responsáveis, mesmo sendo provado que as vacinas para o público infantil são seguras e recomendadas por especialistas.

A aprovação da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos e da Coronavac na faixa de 6 a 17 anos, foi feita pela Anvisa, órgão de Vigilância Sanitária, passando por uma criteriosa análise técnica de dados e estudo clínicos, para que a segurança e a eficácia almejada fossem garantidas.

As crianças são um grupo importante a serem vacinados, pois estão suscetíveis à infecção, e podem transmitir também para os responsáveis com quem mora. Por esse motivo a imunização torna-se ainda mais essencial para a proteção dos pequenos, de sua família e amigos.

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