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Coronavírus: Perguntas e Respostas Epidemias

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Nós, da SulAmérica, estamos com você para combater o coronavírus e sabemos que a prevenção começa com a informação. Nossos especialistas se reuniram e responderam as principais dúvidas sobre o novo coronavírus. Entenda mais sobre  a COVID-19, quais as medidas de prevenção e como agir caso apresente os sintomas.

sobre o Covid-19

Coronavírus é uma família de vírus que causam doenças em animais e em humanos. Em humanos, causam infecções respiratórias que variam de um resfriado comum a doenças mais graves, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). Um novo agente do coronavírus foi descoberto em 31 de dezembro do ano passado, com casos registrados na China. Esse novo agente provoca a doença chamada COVID-19.

COVID resulta da junção das palavras “Corona”, “Vírus” e “Disease (Doença)” e é o nome dado a doença infecciosa causada pela nova cepa do coronavírus (SARS-COV-2). O 19 é porque foi descoberta em dezembro de 2019.

As características clínicas não são específicas, podem ser similares àquelas causadas por outros vírus respiratórios e se apresentam como:
  • Febre (sintoma muito frequente);
  • Mal-estar;
  • Tosse;
  • Coriza;
  • Falta de ar;
  • Dor de cabeça;
  • Diarreia;
  • Perda de olfato e paladar.
Sinal de alerta: Fique atento à piora dos sintomas respiratórios, esse é um sinal de alerta importante, principalmente, por volta do quinto dia.

A pessoa deve suspeitar de infeccção pelo coronavírus quando apresentar febre acima de 37,8° C e/ou pelo menos um dos seguintes sintomas respiratórios: tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, perda de olfato e paladar, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, dispneia (falta de ar), sinais de cianose (arroxeado nas extremidades, como ponta das orelhas, nariz ou dedos), batimento de asa de nariz, tiragem intercostal (afundamento das costelas por conta do esforço respiratório).

A principal teoria é que o SARS Cov 2 tenha se originado de animais silvestres comercializados no mercado de alimentos em Wuhan, na China. A manipulação destes animais por seres humanos seria a forma de contaminação. Os cientistas buscam descobrir em qual etapa o novo vírus teria desenvolvido suas características próprias. Ainda não se sabe se isso ocorreu quando estava hospedado no animal ou somente após ter contaminado os humanos.

A estimativa é de que a epidemia dure de 3 a 4 meses. O tempo de distanciamento social vai depender da efetividade da medida. É necessário que se estabilize o número de casos e comece a ocorrer decréscimo para se pensar em interrupção.
Deverá ocorrer aos poucos, de acordo com as características de contaminação e sobrecarga da rede hospitalar de cada município, e sempre com monitorização quanto a novos casos de contaminação.
A tendência da epidemia é ir diminuindo com o passar do tempo. Á medida que a população vai tendo contato com o vírus, ela vai ficando imunizada. Não há previsão de criação de uma vacina em curto ou médio prazos.

Sobre a transmissão da Doença

A transmissão ocorre por contato com secreções contaminadas. Alguns exemplos são: gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão e contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de toque na boca, nariz ou olhos.
A transmissão é local quando o paciente infectado com o COVID-19 não esteve em nenhum país com registro da doença. Neste caso, a doença foi contraída por meio de contato com outra pessoa infectada fora do país. Foi desta forma que o COVID-19 chegou ao Brasil. A transmissão sustentada ou comunitária ocorre quando uma pessoa que não esteve em nenhum país com registro da doença é infectada por outra pessoa que também não viajou. Foi esta a forma de disseminação do COVID-19 predominante na China, Coreia do Sul, Itália e agora também no Brasil.

O Sars-Cov-2 sobrevive por até 24 horas sobre papelão, de dois a três dias sobre superfícies de plástico e aço inoxidável (maçanetas de portas, bancadas e outras superfícies duras) e cerca de 4 horas em superfícies de cobre. Em roupas e outras superfícies mais difíceis de desinfetar ainda não está claro por quanto tempo o vírus pode sobreviver. Embora seja possível detectá-lo nas roupas, as fibras naturais absorventes podem fazer com que o vírus resseque rapidamente. Os coronavírus podem ser neutralizados em um minuto ao se desinfectar superfícies com álcool 70%. Apenas temperaturas muito elevadas, acima de 56°C, são capazes de matar o SARS -Cov 2.
Recentemente pesquisadores encontraram resquícios do coronavírus em superfícies do navio Diamond Princess 17 dias após a embarcação ser completamente esvaziada.Não há, até o momento, como saber se estes resquícios de vírus encontrados poderiam contaminar alguém.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a estimativa é que o período de incubação seja de 1 a 14 dias. Ou seja, o vírus teria esse tempo para se manifestar. O mais comum é a manifestação por volta de cinco dias, mas algumas pessoas não apresentam sintomas.
O vírus não é transmitido pelo ar condicionado, desde que as manutenções sejam realizadas regularmente.
Não há evidência de que animais de estimação possam espalhar o vírus que causa a Covid-19.
As transmissões de vírus, de modo geral, estão mais ligadas aos hábitos das pessoas do que propriamente ao clima. Os hábitos adotados em temperaturas mais frias, como de fechar as janelas e de se aglomerar em espaços fechados, contribuem para a disseminação mais rápida do vírus entre as pessoas. No Brasil, estamos nos aproximando do outono e do inverno e, as medidas preventivas, são muito importantes para conter a transmissão do vírus.
Quando o corpo é infectado por um vírus específico, ele desenvolve anticorpos protetores que ajudam a prevenir que essa infecção se repita. Entretanto, os vírus podem sofrer mutações e, nesse caso, pode haver uma nova contaminação.
São vírus diferentes, mas se não possuirmos imunidade a um deles é possível sim se contaminar com os dois ao mesmo tempo. Por isso é muito importante manter as medidas preventivas que evitam o contágio de doenças transmitidas por vírus e também tomar a vacina da gripe. Se for sair de casa para tomar a vacina, lembre-se de todas as precauções, evitando aglomerações.
Você pode ter as duas doenças ao mesmo tempo, mas ainda não se sabe como será a interação entre elas e se a presença de uma pode agravar os sintomas da outra. Com a chegada da temporada das chuvas, a atenção com o mosquito da dengue volta a ter importância. Por isso, além dos cuidados de prevenção contra o coronavírus, é importante manter os ambientes externos sempre limpos e sem prováveis focos da dengue.
Os alimentos fervidos, cozidos ou fritos inativam o vírus. Porém, ao manusear alimentos é importante lavá-los bem, assim como as mãos. O melhor é guardar os alimentos frescos, como frutas e legumes, já limpos e descartar as embalagens. Alimentos não perecíveis, o ideal é também higienizar as embalagens antes de armazená-las
O cozimento das verduras inativa o vírus. Caso as verduras sejam ingeridas cruas, elas devem ser higienizadas com produtos à base de hipoclorito de sódio ou em água sanitária diluída em água. É importante conferir no rótulo desses produtos se eles são próprios para uso em alimentos. Confira o Guia de Alimentação
Nenhum medicamento específico foi aprovado para tratar o novo coronavírus. O tratamento atual tem foco nos sintomas apresentados, com analgésicos para dor e antitérmicos para febre. Além disso, uma dieta balanceada, hidratação e repouso estão entre as formas de tratamento da COVID-19. Quando internado, o tratamento é de suporte e antibióticos,  quando se detecta uma broncopneumonia. A hidroxicloroquina e a cloroquina estão sendo utilizadas em protocolos de alguns hospitais com autorização da família do paciente. Ainda não há comprovação científica de que destruam o coronavírus, apesar de alguns resultados positivos. É importante reforçar que qualquer medicamento deve ser utilizado com recomendação médica. A busca destes medicamentos em farmácias, por pessoas que não necessitam, pode afetar o tratamento de quem realmente necessita.
Vai depender dos cuidados tomados. Evitando locais aglomerados, obedecendo a distância mínima de dois metros entre as pessoas, utilizando máscara de proteção, higienizando constantemente as mãos e não tocando no rosto (olhos, boca e nariz), as chances de não se contaminar são altas.
Não temos até o momento tratamento para esta infecção de coronavírus. Mutações podem ocorrer, mas ainda não conhecemos o potencial de adaptação deste vírus.
Sim, é o ideal. Seus sapatos devem ficar em uma parte isolada da casa e somente serem utilizados para sair, quando necessário. Aliás, esta é uma medida que deve ser incorporada à sua rotina para sempre.
A depender do ambiente o vírus pode permanecer no ar por até três horas, porém mais comumente ele se deposita nos objetos próximos. O distanciamento social, a higienização das mãos e objetos são as medidas necessárias para conter a contaminação por coronavírus.
Se as partículas virais estiverem em suspensão no ar e não se depositaram ainda nas superfícies, esta possibilidade existe.
Até o momento os cientistas entendem que a infecção confere imunidade ao hospedeiro infectado e curado.
Sim, existe. Por isso, levar as mãos aos olhos e coça-los não é indicado. A higiene das mãos é uma das principais ferramentas de prevenção e combate ao coronavírus.

Prevenção

As orientações de prevenção do Ministério da Saúde são cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. São eles:

  1. Lavar frequentemente as mãos com água e sabão por, pelo menos, 20 segundos. Se não tiver água e sabão, usar álcool gel 70%;
  2. Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
  3. Utilizar máscara de proteção sempre que estiver em locais públicos;
  4. Evitar contato próximo com pessoas doentes e ficar a pelo menos 1 metro de distância de pessoas que estiverem tossindo ou espirrando;
  5. Evitar aglomerações;
  6. Ficar em casa quando estiver doente e seguir as orientações de isolamento do Ministério da Saúde mesmo sem sintomas;
  7. Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com o antebraço ou com um lenço de papel descartável, que deve depois ser jogado no lixo;
  8. Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência, como celular;
  9. Não compartilhar objetos de uso pessoal.

Além das recomendações acima, profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão de contato e de gotículas - uso de máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção.

Obs: Na fase atual, em que já há transmissão comunitária, além de todas as medidas acima também é recomendado o distanciamento social.

Não, a gripe é causada por um vírus diferente da COVID-19. Porém, tomar a vacina da gripe é importante para evitar a contaminação com outro vírus potencialmente perigoso, o influenza. Isso vai evitar que duas epidemias (de gripe e COVID-19) aconteçam juntas e ainda facilita o diagnóstico de quem desenvolver a COVID-19, que possui sintomas semelhantes.    
Não existe nenhum remédio que faça aumentar a imunidade, mas uma alimentação saudável, hidratação adequada, boas horas de sono e evitar o estresse são medidas que auxiliam na manutenção de uma boa imunidade.
Estudos apontam que os smartphones acumulam fungos, bactérias e vírus e podem ser um meio eficiente de transmissão. Por esse motivo, o ideal é higienizar seus eletrônicos com álcool isopropílico 70%. Não existe uma quantidade exata de vezes para realizar essa limpeza, mas sempre que tiver contato com locais de possível transmissão, faça uma higienização. E lembre-se de higienizar o aparelho, sua capinha, seu carregador e fone de ouvido também.
Os produtos à base de cloro e álcool a 70% são capazes de matar o vírus.
O vinagre não é um produto que devemos utilizar para inativar o vírus. O ideal são produtos à base de cloro ou álcool a 70%.
Esta mistura caseira não é adequada para inibir a contaminação pelo coronavírus. O ideal é utilizar o álcool 70% manipulado em farmácia para o uso correto ou álcool gel a 70% comum.
Não. Lavar as mãos corretamente é a maneira ideal de evitar a transmissão. Se não houver a disponibilidade de água e sabão, deve usar álcool gel, além das medidas de distanciamento social.
Não existe relação entre líquidos gelados e risco de contrair uma infecção. É de conhecimento que a mudanças bruscas de temperatura prejudicam a mucosa respiratória e alteram a defesa do organismo contra vírus e bactérias. Assim, é interessante não abusar de líquidos gelados.
Não, isso é mito! Beber líquidos a uma temperatura de 26 a 27 °C não traz benefício algum em relação à prevenção ou eliminação do coronavírus, já que o vírus tolera a temperatura do corpo humano, que é de pelo menos 36°C. Além disso, até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possam prevenir a infecção pelo coronavírus. Previna-se mantendo distanciamento social, lavando as mãos frequentemente e reforçando as medidas de higiene e limpeza em sua casa.
Não há bases científicas para esta afirmação. Até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possam prevenir a infecção pelo coronavírus. Previna-se mantendo distanciamento social, lavando as mãos frequentemente e reforçando as medidas de higiene e limpeza em sua casa.
É interessante conversar com o pediatra e verificar a possibilidade da vacinação neste momento. Entre em contato com as clínicas de vacinação e verifique se há possibilidade de vacinação em domicílio. Em casos de vacinação em uma unidade básica de saúde, procure um horário alternativo para evitar aglomeração.

A recomendação é tomar a vacina. Ainda assim, durante a pandemia do coronavírus, é bom evitar aglomerações, o que às vezes acontece nas filas de vacinação dos postos de saúde. Veja algumas atitudes recomendadas para tomar a vacina da gripe com segurança:

  • Manter distância de 2 metros entre as pessoas da fila;
  • Utilizar máscara de proteção;
  • Não cumprimentar ninguém, inclusive os profissionais de saúde, com apertos de mão, beijos ou abraços;
  • Evitar ficar conversando com outras pessoas na fila;
  • Não tocar em paredes ou outras superfícies;
  • Reforçar a higiene das mãos e não passar as mãos no rosto;
  • Buscar se vacinar em horários alternativos, quando normalmente tem menos fila;
  • Evitar usar transporte público para locomoção. Se não for possível, higienize as mãos após deixar o veículo;
  • Verificar se há farmácias, igrejas, mercados, unidades móveis de saúde, redes de ensino ou outros locais oferecendo a vacina gratuitamente e, se sim, seguir as mesmas orientações de distanciamento e higiene.

Atenção: pessoas com sintomas de gripe (tosse, febre, espirro, dor de garganta) não devem tomar a vacina e devem ficar isoladas até os sinais passarem por mais de 48 horas para então buscar sua dose de vacina.

Não, isso é mito! Ainda não existe vacina desenvolvida para prevenção do coronavírus.
Não existem estudos confiáveis sobre o efeito do vinho sobre o novo coronavírus, apesar de esta informação ter sido divulgada nas redes sociais.
Não há evidências científicas suficientes para confirmar essa informação. O único estudo realizado sobre o assunto sugere maior vulnerabilidade dos portadores de sangue tipo A e menor vulnerabilidade do tipo O. No entanto, para afirmar a existência dessa correlação, é necessário o aprofundamento técnico e a validação da comunidade científica.
Essa informação é falsa. Nenhum alimento ou medicamento, até o momento, é capaz de curar a doença causada pelo novo coronavírus. Tem sido divulgada nas redes sociais uma informação, que não é verdadeira, de que o pH do novo coronavírus varia entre 5,5 e 8,5, e que ingerir alimentos com pH superior a esse valor seria suficiente para combater o vírus.

Sobre o diagnóstico

O diagnóstico é basicamente clínico, com avaliação do profissional de saúde e análise de sintomas. Para confirmar a presença do novo coronavírus, existem diversos tipos de exames laboratoriais:

O padrão ouro para o diagnóstico de coronavírus é o RT-PCR, feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). 

As sorologias medem a resposta imune, identificando os anticorpos contra o SARS-COV-2,  e significando contato prévio com o vírus. Os testes sorológicos IgM, IgG e IgA podem ser realizados com indicação médica após 7 dias (para IgM e IgA) e 14 dias (IgG) do início dos sintomas. 

Porém, resultados negativos não excluem a presença de infecção pelo vírus, assim como resultados positivos podem ocorrer devido a presença de outras viroses. Converse com seu médico para que ele oriente o melhor exame a ser realizado.


O RT PCR, exame que tem sido mais utilizado para o diagnóstico, tem mais acurácia quando realizado entre o terceiro e quinto dia de sintomas. A sua utilidade é apenas para pacientes sintomáticos e deve ser solicitado pelo médico assistente.

As sorologias têm utilidade quando realizadas após a primeira semana de sintomas para detectar os anticorpos IgM e IgA, e após o 14º dia para os anticorpos IgG e também deve ser prescrito por um médico para pacientes que  apresentem ou tenha apresentado um dos quadros clínicos para o novo coronavírus. 

O plano de saúde cobre o exame quando solicitado por um médico e conforme resoluções normativas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) alinhadas ao Ministério da Saúde. 

O RT-PCR (do inglês reverse-transcriptase polymerase chain reaction) é um exame que  detecta a presença do novo coronavírus em material retirado da mucosa nasal e da garganta. Isso geralmente acontece entre o terceiro dia e 10º dia da doença ativa no organismo. Depois desse período, em tese, o novo coronavírus não é mais detectado pelo RT-PCR, somente pelos exames sorológicos.

As sorologias são exames desenvolvidos e utilizados para o diagnóstico do novo coronavírus, feitos com o uso de amostras de sangue, soro ou plasma. Estes exames fazem a dosagem de anticorpos produzidos pelo corpo em resposta à infecção, diferentemente do PCR que capta a presença do vírus.

Os anticorpos são proteínas produzidas pelo sistema imunológico contra um agente invasor, nesse caso o coronavírus. Sua função é reconhecer, neutralizar e marcar os componentes dos agentes infecciosos, para que o nosso organismo os elimine.O corpo humano desenvolve uma série anticorpos (Ex: IgM  e IgG), que podem ser detectados em fases diversas da doença. Desta forma é possível identificar a presença de anticorpos para o SARS-CoV-2 nas pessoas que já foram infectadas pelo vírus.

Os anticorpos IgM podem ser encontrados nas fases iniciais da doença (geralmente após o sétimo dia de sintomas), e os anticorpos IgG aparecem após o 15º dia da doença e indicam que a pessoa provavelmente desenvolveu imunidade contra a doença. 

O que ainda não se sabe é o grau de proteção conferido por esses anticorpos IgG contra SARS-CoV-2 e se essa imunidade será permanente ou não. Dessa forma, ainda não podemos afirmar, com 100% de certeza, que pessoas com IgG positivo para o coronavírus estão imunes à doença, como ocorre em outras viroses.

Sobre os sintomas

Os sintomas podem variar de um quadro leve, como coriza, mal-estar, dor de garganta e cefaleia, até quadros mais significativos com febre e falta de ar. A presença de febre persistente (mais alta do que 37,8ºC) por dois dias e/ou presença de desconforto para respirar, fadiga intensa gerando dificuldade de andar,confusão mental, queda da pressão, extremidades arroxeadas, pressão no peito,cansaço em pequenos e médios esforços são sinais de alerta para procurar atendimento médico.
Caso apresente febre e piora do padrão de bronquite (ex: maior cansaço e dificuldade para respirar do que estava antes do quadro de febre), deve sim procurar orientação médica.

Este quadro refere-se à sensação inesperada de falta de ar na hora de respirar ou ficar sem fôlego. Mas quando você deve se preocupar com falta de ar? Existem muitos exemplos de falta de ar temporária que não são preocupantes. Por exemplo, quando nos sentimos muito ansiosos é comum ficar sem fôlego, mas a sensação desaparece quando nos acalmamos. No entanto, se você sentir que está respirando com mais dificuldade ou tendo problemas para respirar sempre que se esforçar, deve ligar para o seu médico. Na verdade, se sentir isso em qualquer momento de sua vida deve procurar um médico, independentemente do surto atual de COVID-19.

Sim, a orientação é não dividir a cama e reforçar as medidas de higiene e limpeza. Preparamos um guia completo sobre o isolamento domiciliar, clique aqui para acessar.

Não. A maioria dos casos apresenta sintomas leves ou até mesmo não apresenta sintomas.

A temperatura deve ser medida com termômetro de uso doméstico, digital ou por infravermelho. A temperatura habitual do corpo humano varia de 36ºC a 37ºC e considera-se febre se a medição for igual ou superior a 37,8ºC.

Não há como diferenciar, os sintomas da COVID-19 são muito parecidos com os de resfriados e gripes. Ambos podem se apresentar como síndromes gripais, com coriza, congestão nasal, tosse, dor de garganta e febre, sendo que, em alguns casos, a COVID-19 pode evoluir com quadro de dificuldade de respirar, febre alta e persistente.  A perda de olfato e paladar na COVID-19 é um sintoma bem marcante e frequente que também pode auxiliar na diferenciação dos quadros.

Se você viajou principalmente para outros países e áreas de transmissão comunitária no Brasil, observe e se mantenha em distanciamento social pelo menos por 14 dias.

Segundo estudos, cerca de 80% dos casos podem ser assintomáticos ou com sintomas leves.

Você deve permanecer em casa por 14 dias, pelo menos, antes de ter contato com outras pessoas. Além disso, deve tomar medidas de precaução para evitar a contaminação dos outros moradores da sua casa (veja o Guia de Isolamento Domiciliar). Em caso de piora dos sintomas, com dificuldade para respirar, procure o serviço médico.
Muitos dos casos da COVID-19 são leves e assintomáticos, porém podem ocorrer complicações graves mesmo em pessoas jovens e sem doenças preexistentes. Autoridades americanas relataram que uma porcentagem significativa das internações graves em hospitais por causa de coronavírus é de pessoas entre 20 e 50 anos. Mesmo em casos que não necessitam de internação, o isolamento domiciliar por 14 dias, pelo menos, é essencial para impedir a disseminação do vírus

Tratamento da doença

Não existe tratamento específico para a infecção causada por coronavírus. No caso de suspeita ou confirmação de infecção por coronavírus são indicados repouso e consumo de muita água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso e orientação médica. Casos de infecção por coronavírus com complicações respiratórias podem necessitar de internação e cuidados especiais. Pessoas com sintomas gripais não devem fazer uso de anti-inflamatórios. Pessoas que fazem uso das classes de medicamentos Inibidores da Enzima Conversora da Angiotensina ou Bloqueadores do receptor da Angiotensina (exs: Valsartana, Losartana, Telmisartana, Olmesartana, Enalapril, Captopril, Lisinopril) devem conversar com seu médico de confiança para decisão quanto à manutenção destas medicações durante o surto do coronavírus. Alho, vitamina D em altas doses, vitamina C e chás não apresentam nenhuma evidência científica de eficácia para o tratamento da infecção COVID-19.
Os serviços de urgência e emergência devem ser procurados quando apresentar os sinais abaixo:
  • Sintomas respiratórios (fadiga e falta de ar);
  • Dedos arroxeados;
  • Presença de confusão mental;
  • Pele fria ou úmida;
  • Dificuldade de andar ou falar;
  • Em idosos, febre persistente por 48 horas.
Sinal de alerta: fique atento à piora dos sintomas respiratórios, pois esse é um sinal de alerta importante, principalmente por volta do quinto dia.

Estudos com pequena amostra de pacientes utilizando a cloroquina, medicamento classicamente usado para malária e algumas doenças reumatológicas e autoimunes, mostraram resultados promissores no tratamento da COVID-19. Porém, são estudos iniciais e com pequena amostragem. São necessários mais dados e evidências para que se chegue à conclusão sobre a eficácia desta medicação, bem como possíveis efeitos tóxicos. A indicação atualmente é feita sob supervisão médica para pacientes graves, internados em UTI. Esse medicamento também não tem comprovações de eficácia quando usado de forma preventiva.
Não há evidências científicas comprovadas sobre a efetividade das medicações hidroxicloroquina, cloroquina e azitromicina no tratamento do coronavírus. A automedicação pode ocasionar um grave risco à saúde, pois essas medicações possuem efeitos colaterais, incluindo sérios problemas cardíacos, renais e no fígado. A busca destes medicamentos em farmácias, por pessoas que não necessitam, pode afetar o tratamento de quem realmente necessita.
No momento ainda não temos uma medicação para tratamento efetivo do coronavírus. A medicação utilizada é para combater os sintomas, como dor (analgésicos) e febre (antitérmicos). Além de medicamentos para esses sintomas, é importante ingerir bastante líquido, alimentar-se adequadamente e repousar. O isolamento domiciliar e o distanciamento social são importantes formas de não contaminar outras pessoas.
O tempo de cura dependerá das condições clínicas de cada indivíduo. Em média, 14 dias é o tempo da evolução do quadro de remissão ou de complicação.
Até o momento não há uma definição do melhor método de comprovação de cura da doença. É importante acompanhar a cessação dos sintomas respiratórios e informar o médico sobre o estado atual de saúde. A maioria dos pacientes se recupera em até 14 dias. Porém, para profissionais de saúde e quem trabalha com pessoas do grupos de risco, é desejável ter um exame de controle negativo para liberação do isolamento. O diagnóstico de cura é clínico e/ou laboratorial, só podendo ser concluído após 14 dias do primeiro sintoma.
Estudos sugerem que uma porcentagem dos pacientes que evoluem com quadro de pneumonia pode apresentar alguma tipo de sequela, mas é necessário um maior tempo de seguimento para definição desta condição.

Sobre os Grupos de risco

São considerados grupo de risco para coronavírus idosos (acime de 60 anos) e portadores de doenças crônicas como Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes Mellitus, Doenças Cardíacas, Doenças Pulmonares (Enfisema/DPOC/Asma), HIV, Câncer, Doenças Autoimunes (Artrite Reumatoide, Artrite Psoriásica, Espondiliteanquilosante, Doenças Inflamatórias Intestinais, Esclerose Múltipla) e aqueles que fazem uso de medicamentos imunossupressores ou imunobiológicos. A principal explicação para estes perfis serem mais vulneráveis à doença é o fato de a resposta imunológica deles ser mais lenta e, como ainda não existe tratamento para a doença, as células de defesa do paciente precisam trabalhar para eliminar a ameaça.
As crianças são igualmente infectadas, porém, em geral, apresentam sintomas leves ou moderados. Muitas são assintomáticas e, por esta razão, podem transmitir para os adultos e idosos, bem como para outras crianças. Crianças com doenças pulmonares, doenças cardíacas e em tratamento de câncer são mais suscetíveis a complicações relacionadas à COVID-19 e precisam de um monitoramento mais de perto quanto aos sintomas.
O Ministério da Saúde brasileiro incluiu recentemente gestantes e mulheres no período pós parto no grupo de risco para COVID-19. Apesar de não haver estudos suficientes comprovando que essas mulheres seriam mais vulneráveis, é importante considerar que a mulher grávida passa por intensas alterações hormonais, que podem levar à queda da imunidade, por isso deve seguir
todas as recomendações de prevenção e isolamento social.
Sim, crianças portadoras de problemas pulmonares têm maior chance de apresentar complicações respiratórias. Converse sempre com seu pediatra.
Não necessariamente, já que o sopro cardíaco pode ser benigno. É importante conversar com um médico para entender se o sopro cardíaco está relacionado a alguma doença cardiológica.
Portadores de Hipertensão Arterial fazem parte do grupo de risco. Porém, ter a doença controlada indica melhores condições de saúde e, consequentemente, melhor enfrentamento ao vírus.

O que preciso e o que não preciso fazer

Não é necessário fazer estoques de comidas e materiais de higiene pessoal e limpeza. Em cenários de alta transmissão, o ideal é fazer compras com uma previsão de 15 dias, uma vez que pode acontecer de a COVID-19 se manifestar e você precisar ficar isolado por este tempo. Os varejistas têm informado que tem estoque de reposição e não existe necessidade de comprar grandes volumes. Caso você esteja isolado, com sintomas e sinais da COVID-19, peça ajuda de seus vizinhos e amigos para suas compras ou faça suas compras on-line. Vale tudo para não transmitir o coronavírus para outras pessoas!
Os animais domésticos necessitam de momentos de lazer ou manter uma rotina de atividades. Por isso, quando for passear com seu pet, evite locais com muitas pessoas, que sejam ao ar livre e não muito longe de sua residência. Ao chegar em casa, higienize todas as patas do animal, de preferência com água e sabão, assim como o focinho. Em seguida, higienize as suas mãos adequadamente.
Sim, é importante ter um provisionamento de pelo menos 1 mês. Veja a validadede sua receita médica e entre em contato com o seu médico (por telefone ou e-mail) para garantir que você não vai ficar sem remédio, caso esteja isolado pelo coronavírus.

Caso sejam consultas de rotina, a recomendação é o adiamento para evitar a circulação de pessoas. Consultas de pacientes oncológicos ou pós-operatórias devem ser definidas em conjunto com o médico. A SulAmérica oferece diversos recursos para atendimentos à distância, através do Saúde na Tela, clique aqui e saiba mais.

Cirurgias eletivas devem ser adiadas, sempre que possível. Cirurgias de urgência e oncológicas poderão ser mantidas, sempre de acordo com a orientação do médico. 

Converse com seu psicólogo sobre uma forma de comunicação alternativa e a necessidade de manutenção das terapias durante este período. Consultas presenciais devem ser adiadas. A SulAmérica oferece o Psicólogo na Tela serviço de psicoterapia por videochamada, clique aqui e saiba mais.

Apenas em casos urgentes. Exames laboratoriais de rotina devem ser adiados. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.

Evite sempre que possível sair de casa, mas caso esteja assintomático, não há problema em ir ao supermercado. Deve, porém, usar máscara de proteção, se manter afastado pelo menos 1 metro das pessoas e higienizar as mãos antes de tocar no rosto. Evite tocar em paredes, corrimões, etc. Caso faça parte da população idosa ou com doença crônica, mesmo assintomático, peça para que alguém realize as compras em seu lugar. Caso não seja possível, recomendamos fazer compras online ou ir pessoalmente no supermercado em horário alternativo (algumas marcas têm definido horários específicos para somente pessoas com mais de 60 anos fazerem compras).

Se estiver doente, não use elevador. Se não estiver, prefira escadas sempre que possível, ou use elevadores vazios ou apenas com membros de sua convivência diária (que estiverem em isolamento com você). Evite tocar nas paredes e use a mão não dominante para apertar os botões e abrir as portas, assim você reduz a chance de levar a mão aos olhos, boca e nariz. Lembre-se de sempre usar máscara de proteção em lugares públicos e lavar as mãos ou higienizá-las com álcool em gel 70% sempre que possível.
Caso se encontre assintomático, sim. Prefira escadas se o elevador estiver muito cheio. Evitar tocar em paredes, corrimões, etc. Lembre-se de lavar as mãos ou higienizá-las com álcool em gel 70% sempre que possível.

Não é aconselhável. Evite sempre visitas a locais com grande circulação de pessoas e contato próximo. Deixe sua visita ao salão de beleza para um momento em que a situação da COVID-19 esteja mais controlada. Uma sugestão para se distrair nesse momento de isolamento domiciliar e distanciamento social é aproveitar para cuidar de você usando fórmulas naturais de máscaras para o rosto, aprender a fazer manicure e pedicure, entre outros. Diversos sites e vídeos na Internet podem ajudar. Se estiver com mais pessoas em casa, aproveite e prepare um Spa Day.

Se tiver piscina em casa e somente quem estiver em isolamento ou distanciamento social for usar, não tem problemas. Mas não é aconselhável o uso de piscinas públicas, nas quais há muita circulação de pessoas. Muitos clubes e condomínios residenciais, inclusive, optaram por fechar as áreas de lazer.

Não é aconselhável. O momento exige a contenção da circulação de pessoas em consequência do coronavírus. Dê preferência a atividades ao ar livre ou dentro de casa. O governador do estado de São Paulo, João Doria, anunciou, dia 18 de março, a recomendação de fechamento de academias e shoppings centers para evitar a aglomeração de pessoas.
Não é aconselhável, uma vez que os clubes concentram grande quantidade de pessoas. Os clubes sociais optaram por fechar suas sedes, a fim de evitar a circulação de pessoas.
Não é aconselhável. Além de concentrar grande quantidade de pessoas, são ambientes fechados, com pouca ventilação natural. Inclusive, os locais de lazer dentro de muitos shoppings tiveram suas atividades suspensas para ajudar na diminuição de circulação de pessoas.
Não é aconselhável. Além de concentrar grande quantidade de pessoas, são ambientes fechados, com pouca ventilação natural. Muitos buffets infantis, inclusive, optaram por suspender suas atividades para ajudar na recomendação de não aglomerar pessoas. Considere também cancelar ou adiar eventos sociais, como aniversários e casamentos.

Inicialmente as máscaras estavam recomendadas somente para profissionais de saúde e pessoas testadas positivo para o novo coronavírus, e agora as máscaras estão indicadas para toda a população.
Diante da transmissão comunitária e da possibilidade de pacientes assintomáticos serem transmissores do vírus, a nova orientação é de que todos devem utilizar máscaras quando for necessário sair de casa e, consequentemente, ter contato com pessoas que não convivem com você.

Para que esta recomendação não gere ainda mais desabastecimento nos itens de proteção individual para os profissionais de saúde, a população deve utilizar máscaras de fabricação caseira.

O Ministério da Saúde divulgou recentemente uma diretriz para que a população use máscaras caseiras como uma forma de proteção paliativa, em vez das máscaras cirúrgicas, que devem ser direcionadas para os profissionais de saúde. Para ser eficiente como uma barreira física, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações, que são simples: - É preciso que a máscara tenha duas camadas de pano ou dupla face. - A máscara deve ser de uso individual, sem compartilhamento. - As máscaras caseiras podem ser feitas em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros tecidos, desde que desenhadas e higienizadas corretamente. - A máscara deve ser feita nas medidas corretas, cobrindo totalmente a boca e o nariz, e deve ser bem ajustada ao rosto, sem deixar espaços nas laterais
As máscaras, de forma geral, devem ser trocadas a cada duas horas ou se ficarem úmidas. Quando estiver fora de casa, o ideal é levar duas máscaras, pelo menos, para trocar quando necessário. A máscara suja deve ser armazenada em sacola plástica para higienização na volta para casa. A limpeza pode ser feita com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 20 minutos. As máscaras devem ser lavadas pelo próprio usuário, para que se possa manter o autocuidado.
Ônibus, trens e metrô podem entrar na regra de aglomerações. Se não puder evitar, sempre use máscara de proteção, procure não tocar em superfícies e higienize as mãos assim que puder.
Não é aconselhável. Devem ser evitadas viagens em geral, tanto domésticas como internacionais. Meios de transporte concentram uma grande quantidade de pessoas, em contato frequente e muito próximo, o que pode ocasionar a disseminação do coronavírus.
Não é recomendável, pois são locais fechados e com grande concentração de pessoas. Inclusive, por recomendação dos governos, esses estabelecimentos estão fechados em muitas cidades. Diversas marcas abriram seus conteúdos gratuitamente durante este período. Aproveite para assistir a filmes em casa e até fazer cursos online.
Algumas cidades optaram por suspender a coleta seletiva de lixo, uma vez que há risco de disseminação. As famílias podem continuar separando o seu lixo reciclável, porém a coleta poderá não ocorrer, até a normalização da situação.
Não, apenas higienize suas mãos imediatamente após o jogo.
Neste momento é melhor evitar a ida a parques, praças e locais públicos de atividade física. Pratique seu exercício em casa e utilize objetos domésticos para auxiliar a manter sua condição física em dia. Exercícios ao ar livre, como uma corrida, sozinho e em horário de pouco movimento, não estão proibidos.
O ideal é manter o distanciamento social, mesmo dos seus vizinhos. Neste momento, todos podem ser transmissores do novo coronavírus, mesmo sem apresentar sintomas.

Sobre isolamento domiciliar

O isolamento ou distanciamento social é o conjunto de medidas tomadas para diminuir a circulação de pessoas assintomáticas quando há a transmissão comunitária. Confira o guia completo sobre isolamento domiciliar que preparamos, clique aqui. 

Pessoas com casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus devem ficar em casa e evitar contato com outras pessoas por pelo menos 14 dias, inibindo a transmissão do vírus. Para as pessoas que não estiveram em contato com o vírus, principalmente pessoas do grupo de risco, é recomendado aderir ao distanciamento social por tempo indeterminado, como forma de prevenção ao contágio da COVID-19. Confira o guia completo sobre isolamento domiciliar que preparamos, clique aqui. 
No caso de alguém com caso provável ou suspeito que estiver em casa, é recomendado:

  • Separar objetos pessoais;
  • Limpar imediatamente banheiros após o uso;
  • Ficar separado de outros indivíduos da casa, em cômodos diferentes e usando banheiro exclusivo. Em domicílios que não tenham mais de um quarto e mais de um banheiro, a recomendação é deixar o quarto para a pessoa suspeita. O cômodo com o paciente isolado deve ficar todo o tempo com a porta fechada, mas é necessário manter a janela aberta para que haja uma fonte de ventilação e entrada de luz solar;
  • Nos casos de salas compartilhadas ou casas com apenas um cômodo, pessoas infectadas e pessoas sem a doença não podem compartilhar o mesmo sofá ou colchão. Se for possível, a recomendação é manter 2 metros de distância da pessoa infectada ou suspeita;
  • A pessoa infectada ou com suspeita de infecção tem de trocar a própria roupa de cama;
  • Se houver secreções na roupa de cama, ela deve embalar em um saco plástico antes de levar à máquina de lavar ou ao tanque;
  • É importante manter uma lixeira ao lado da cama, com saco plástico, para jogar o lixo. Quando o recipiente estiver cheio, a pessoa deve fechar a sacola e só depois despejar em lixeiras comuns, seja da casa, da rua ou do prédio.
As visitas não são recomendadas se o visitante tiver sinais ou sintomas da COVID-19. Tente limitar as visitas e o número de visitantes. A OrganizaçãoMundial da Saúde (OMS) recomenda que seja solicitado que as pessoas se mantenham a distância de pelo menos 1 metro e lavem as mãos assim que chegarem ao ambiente. Profissionais de saúde, como cuidadores, enfermeiros e fisioterapeutas, devem redobrar os cuidados de higiene e, caso tenham sintomas, não devem ir à casa do idoso. Idosos e pessoas com doenças crônicas devem evitar se expor a ambientes com muitas pessoas doentes, como prontos socorros.

Em caso de sinais e sintomas,acesse os serviços exclusivos da SulAmérica, através do app SulAmérica Saúde ou pelo Central Exclusiva Coronavírus: 0800 591 0845.
Para evitar a circulação do vírus, gerando uma menor disseminação e infecções. Esta infecção, quando ocorre em pessoas vulneráveis, pode evoluir para uma forma mais grave da doença e até necessitar de internação em UTI. Caso este número seja muito grande, o nosso sistema de saúde ficará sobrecarregado e poderá não conseguir tratar todos os pacientes da forma adequada. Preparamos um guia completo sobre o isolamento domiciliar, clique aqui para acessar.
Idealmente deve ser mantida distância de dois metros entre os ocupantes de uma mesma casa.

SOBRE CUIDADOS EM CASA

Veja algumas recomendações:
  • Antes de entrar, tire os sapatos e deixe-os do lado de fora;
  • Não toque em nada antes de lavar as mãos;
  • O melhor é tomar um banho, mas se não puder, lave bem todas as áreas expostas (mãos, punhos, rosto e pescoço);
  • Deixe bolsa, carteira, chaves, entre outros itens, em uma caixa na entrada da casa;
  • Limpe seu celular e óculos com água e sabão ou álcool 70%.
  • Limpe as embalagens que trouxe antes de guardar;
  • Evite utilizar transporte público. Se não puder evitar, use máscara e procure não tocar em superfícies e higienize as mãos assim que puder;
  • Evite usar cédulas e moedas de dinheiro. Se necessário, lave as mãos imediatamente após manuseá-las;
  • Mantenha distância de, pelo menos, 1 metro das pessoas;
  • Use máscara de proteção;
  • Não toque seu rosto antes de higienizar as mãos.
Sim, deve trocar e separá-las para serem lavadas. Deixe os sapatos do lado de fora da casa, se possível, ou em um local separado para tal. Lembre-se de lavar bem as mãos logo ao entrar em casa e, se possível, tome um banho para que a limpeza do seu corpo seja completa.
Não é recomendado, pois são objetos de difícil limpeza. Caso você utilize, o ideal é, ao chegar em casa, higienizá-los com álcool 70%. A limpeza também é válida em caso de óculos de grau, bolsas e carteiras.
Se você e a pessoa que utilizam a cama estão sem sintomas, não há necessidade. Quem está em isolamento domiciliar, com caso provável ou positivo de coronavírus, deve trocar a roupa de cama todos os dias.
Em casos suspeitos ou positivos de coronavírus você deve separar pratos, copos, talheres, toalha e outros objetos de uso pessoal. Separe tanto para o uso quanto para a limpeza. Na hora de lavar, use sabão e água quente.
Não. Esses equipamentos disseminam os vírus e os mantém vivos por mais tempo no ambiente
Relacionamentos, nos quais os casais estejam em distanciamento social juntos e sem sintomas, poderão ter relações sexuais. Não é recomendado para casais em que um parceiro está com sintomas. Importante esclarecer que não há evidências científicas de que o vírus é transmitido via sexual, porém a proximidade pode favorecer a disseminação do vírus pelo contato com a pele, com as mãos e com as secreções da boca.
Sim. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a probabilidade de uma pessoa infectada contaminar itens comerciais é baixa e o risco de contrair o vírus que causa a COVID-19 do contato com uma embalagem que foi manipulada, transportada e exposta a diferentes condições e temperaturas também é baixo. Porém, ao chegar em casa, qualquer tipo de embalagem deve ser higienizada.
Neste período, recomenda-se uma alimentação balanceada, rica em frutas e verduras, além de se hidratar adequadamente. Uma alimentação saudável auxilia na manutenção adequada de seu sistema imunológico.
Os principais aplicativos de delivery estão criando opções para diminuir o contato entre entregadores e clientes. Também estão oferecendo álcool em gel e máscaras a seus motoboys e bikeboys. Uma alternativa criada recentemente, por exemplo, é a de escolher uma modalidade de entrega na qual a comida é deixada na porta, sem que o cliente tenha que ir buscá-la nas mãos do entregador. Mesmo assim, logo após receber o alimento, recomenda-se lavar as mãos com água e sabão, e higienizar a embalagem.

SOBRE GESTANTES E CRIANÇAS

Caso sejam sintomas leves, sem cansaço ou falta de ar, a criança deve permanecer em casa, com uso de medicação sintomática para dor e febre recomendada pelo pediatra.
Converse assim que possível com seu pediatra de confiança, para que possa orientá-la quanto aos possíveis sintomas e sinais de agravamento do quadro, e necessidade de avaliação presencial. Se o seu filho apresentar sintomas mais graves como falta de ar, febre persistente e arroxeamento das extremidades, procure atendimento médico o quanto antes.

Beneficiários SulAmérica, em caso de dúvidas, podem usar de forma ilimitada neste momento os serviços de Médico na Tela, que promove orientação médica por vídeo chamada por meio do aplicativo SulAmérica Saúde, e Canal Telefônico Exclusivo Coronavírus (0800-591-0845).
Entre em contato com o pediatra e peça orientação. Beneficiários SulAmérica, em caso de dúvidas, podem usar de forma ilimitada neste momento os serviços de Médico na Tela, que promove orientação médica por vídeo chamada por meio do aplicativo SulAmérica Saúde, e Canal Telefônico Exclusivo Coronavírus (0800- 591-0845).

Pela Organização Mundial de Saúde (OMS), as mulheres que estão amamentando, e estão com sintomas leves, devem manter a amamentação utilizando máscaras de proteção e higienização prévia das mãos, no entanto você pode entrar em contato com o seu pediatra e juntos, decidirem a melhor opção a ser tomada. 

A OMS leva em consideração os benefícios da amamentação e o papel insignificante do leite materno na transmissão de outros vírus respiratórios na amamentação, desde que as condições clínicas o permitam.

Retirar o leite materno e pedir para outra pessoa oferecê-lo para a criança em um copinho também pode ser uma alternativa.

Reforçamos que o momento é de distanciamento social para conter a disseminação do coronavírus. Assim, evite sempre que possível locais públicos e de alta circulação de pessoas. Parquinhos, somente se for ao ar livre e estiver vazio ou com crianças da mesma família, que residam juntas. Garanta também que todos os objetos estejam desinfetados antes de tocá-los. Muitos condomínios residenciais, para evitar a circulação de pessoas, optaram por fechar as áreas de lazer. 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, as orientações dadas para a população em geral são as mesmas para gestantes:

  • Lavar frequentemente as mãos com água e sabão por, pelo menos, 20 segundos. Se não tiver água e sabão, usar álcool gel 70%;
  • Evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes e ficar a pelo menos 1 metro de distância de pessoas que estiverem tossindo ou espirrando;
  • Evitar aglomerações;
  • Utilizar máscara de proteção sempre que estiver em locais públicos;
  • Ficar em casa quando estiver doente e seguir as orientações de isolamento do Ministério da Saúde mesmo sem sintomas;
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com o antebraço ou com um lenço de papel descartável, que deve depois ser jogado no lixo;
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência, como o celular;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal.
O Ministério da Saúde brasileiro incluiu recentemente gestantes e mulheres no período pós parto no grupo de risco para COVID-19. Apesar de não haver estudos suficientes comprovando que essas mulheres seriam mais vulneráveis, é importante considerar que a mulher grávida passa por intensas alterações hormonais, que podem levar à queda da imunidade, por isso deve seguir todas as recomendações de prevenção e isolamento social.
Gestantes portadoras de diabetes, pressão alta e doenças do coração devem seguir as recomendações de cuidado indicadas para os grupos de risco, com higienização frequente e isolamento social. Em caso de sintomas de febre, tosse ou dificuldade para respirar, é preciso consultar o serviço médico. Gestantes e puérperas que deram à luz recentemente devem manter as consultas de rotina de acordo com as orientações do obstetra e nos prazos determinados.

As consultas de pré-natal são fundamentais e devem seguir as rotinas habituais, de acordo com as orientações do seu médico. Se houver alguma situação especial, como um novo sintoma ou doenças de risco associadas ou não à gestação, as consultas podem ser mais frequentes. Confira algumas recomendações para o pré-natal durante esta crise:

  • Evite ao máximo aglomerações em salas de esperas. Permaneça o mínimo de tempo possível, chegando em horário bem próximo ao agendado;
  • Não leve acompanhante na consulta, assim você evita que mais gente esteja circulando e sujeita a se contaminar;
  • Vírus respiratórios, como o coronavírus, são transmitidos por meio do contato com olhos, nariz e boca. Se precisar utilizar transporte público, evite tocar seu rosto e as superfícies do veículo e higienize as mãos assim que possível.

Os intervalos entre consultas e a realização de exames poderão ser ampliados. Não se assuste caso isso seja recomendado pelo médico responsável pelo seu pré-natal, pois ele vai avaliar os riscos e benefícios de cada situação. Aproveite a consulta para combinar com seu médico o melhor canal de comunicação à distância, assim você pode tirar suas dúvidas e falar com ele quando necessário.

Por ser uma doença nova, ainda há poucos dados e estudos científicos sobre a transmissão vertical da COVID-19 durante a gestação, seja quando o bebê ainda está na barriga, no momento do parto ou durante o aleitamento. Por enquanto, o melhor a fazer é seguir as orientações de seu médico sobre as medidas de prevenção à contaminação de mãe e bebê.
Até o momento, não foram identificados casos de malformação congênita relacionada ao novo coronavírus.
Os mesmos sintomas que são observados na população em geral são apresentados nas grávidas infectadas pelo vírus. Eles podem variar de um quadro leve, como coriza, mal-estar, dor de garganta e cefaleia, até quadros mais significativos, com febre e falta de ar. São sinais de alerta para procurar atendimento médico imediato: a presença de febre persistente (mais alta do que 37,8ºC) por dois dias, desconforto para respirar, cansaço em pequenos e médios esforços, e arroxeamento dos lábios ou pontas dos dedos. Entre em contato com seu médico obstetra para que ele a oriente quanto ao melhor local de atendimento. Se você apresentar sintomas leves, deve permanecer em casa, acompanhando a evolução. Beneficiárias da SulAmérica também podem consultar o serviço Médico na Tela por meio do app SulAmérica Saúde e a Central Telefônica Exclusiva para Coronavírus (0800 591 0845).
Para a segurança de todos, o ideal é não promover aglomerações nos estabelecimentos de saúde. Diversas maternidades têm restringido a entrada a apenas um acompanhante, que poderá acompanhar o parto e poderá ser substituído uma vez ao dia. Consulte a maternidade de sua escolha e solicite orientações específicas.
Não há indicação obrigatória de parto cesáreo em gestantes que contraíram a doença. Os critérios para parto normal ou cesáreo são os mesmos aplicados para as gestantes sem COVID-19.
Neste período, é recomendável restringir todas as visitas, mesmo dos familiares e amigos mais próximos, por mais difícil que seja. O jeito é buscar soluções criativas para este momento especial, como fazer sessões de chamada por vídeo para apresentar o novo integrante da família e enviar fotos e notícias do bebês por aplicativos de mensagem.

No dentista

Em caso de sintomatologia (dor e sangramento), sim. Mas caso seja para uma limpeza ou consulta de rotina, a indicação é remarcar para um outro momento. Em caso de dúvidas, consulte seu dentista.
Conforme recomendação do Ministério da Saúde, se o tratamento não for de urgência ou emergência, a orientação é remarcar a consulta para que o paciente fique em casa. Verifique com seu dentista a melhor opção para seu tratamento.
Seguem algumas recomendações:
  • Lavar bem as mãos com água e sabão;
  • Antes e depois do atendimento passar álcool em gel 70% nas mãos;
  • Garantir que todos os profissionais que farão seu atendimento estejam com as mãos lavadas, de luvas e máscara;
  • Evite a marcação de consulta em horários de pico ;
  • Não cumprimentar ninguém com contato físico.
Lembramos que, neste momento, somente atendimentos de urgência ou emergência devem ser realizados.

Sim. As consultas de retorno e de rotina devem ser desmarcadas, a fim de evitar exposição à sua saúde e à do profissional. Verifique com seu dentista a melhor opção para seu tratamento neste momento.

Sim, conforme orientação do Ministério da Saúde os profissionais devem reavaliar o caso de seus pacientes e, o que não for urgente ou emergencial, deve ser remarcado. Quanto menos exposição, menor o risco de contaminação e disseminação do coronavírus.





Atualizado em 30/06/2020

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