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Não Descuide de Outras Viroses Durante a Pandemia Epidemias

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Não descuide de outras viroses durante a pandemia
Neste momento, estamos todos voltados para os cuidados contra a COVID-19. Isolamento social, higiene redobrada, máscara de proteção e distanciamento físico passaram a fazer parte da rotina de boa parte da população na tentativa de conter a disseminação do coronavírus, o causador da doença. Mas outros vírus que provocam doenças respiratórias, como a influenza, além de dengue, febre amarela e sarampo, continuam circulando. Para se proteger, atenção aos sintomas e às recomendações de prevenção e tratamento.



Transmitida por um vírus que se hospeda no mosquito Aedes aegypti, a dengue é uma das doenças que mais circulam no Brasil. Em 2020, o país já registrou mais de 500 mil casos prováveis e 181 mortes. Como são quatro tipos diferentes de vírus da dengue, uma pessoa pode contrair a doença até quatro vezes (é raro, mas pode acontecer) antes de adquirir imunidade total.
O maior desafio das grandes cidades é oferecer saneamento básico para toda a população e, assim, evitar o risco de água parada, que é o ambiente perfeito para a reprodução do mosquito da dengue, além de promover campanhas de prevenção todo ano, especialmente em época de chuvas.
Principais sintomas:





Os sintomas costumam desaparecer em cerca de dez dias e o tratamento consiste apenas em repouso e hidratação. Já os casos mais graves, em que geralmente ocorrem dores abdominais e sangramento, precisam de atendimento hospitalar de urgência. Assim como ocorre com a COVID-19, a população com idade superior a 65 anos é mais vulnerável, e quem sofre de outras doenças corre um risco maior de apresentar complicações.


Medidas de prevenção: na medida do possível, evitar locais com infestação do mosquito, colocar tela de proteção nas janelas de casa e usar repelentes e inseticidas. Evitar o acúmulo de água em locais como pneus, vasos de plantas e calhas também ajuda a impedir a criação do mosquito.



Apesar de transmitida nas áreas urbanas pelo Aedes aegypti, nas áreas silvestres o vírus da febre amarela se hospeda em outros mosquitos – os dos gêneros Haemagogus e Sabethes são os mais comuns na América Latina. Os surtos são sazonais, entre dezembro e maio, mas podem ocorrer casos em qualquer época do ano. 
Principais sintomas:


O tratamento da febre amarela é feito para amenizar os principais sintomas. Já os casos graves precisam de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As complicações são febre alta, hemorragias, icterícia (quando a pele e os olhos ficam amarelados) e insuficiência de alguns órgãos. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 20% a 50% dos casos de febre amarela podem levar à morte se não forem tratados rapidamente.

Medidas de prevenção: tomar a vacina de febre amarela, disponível pela rede pública. A dose é única e obrigatória. Como o Brasil vem apresentando casos da doença frequentemente, a vacinação está recomendada em todo o território nacional. Em regiões de risco, como matas e áreas rurais, a indicação é usar roupas que cubram a pele, sapatos fechados, repelentes e mosquiteiros, principalmente para quem não pode tomar a vacina (crianças com menos de nove meses e mulheres em período de amamentação, além de pessoas soropositivas, com doenças autoimunes ou em tratamento de quimioterapia).

Influenza

A influenza é uma infecção viral dos pulmões e das vias aéreas superiores causada por um dos vírus da gripe. Há várias cepas deste vírus, por isso uma mesma pessoa pode ser contaminada várias vezes ao longo da vida. Ou seja, é fácil de ser transmitido,com possibilidade de complicações e até de evoluir para quadros graves.
São três os tipos de Influenza (A, B e C), sendo que o A está relacionado a grandes epidemias. O subtipo A-H1N1, por exemplo, foi o responsável pelo surto mundial de gripe suína em 2009. O tipo B também está associado a gripes mais fortes; e o C é o tipo mais leve da Influenza.
Principais sintomas:



Nem todas as pessoas com influenza têm febre, e os grupos de risco, como idosos e crianças, podem apresentar maiores complicações. Os sintomas da Influenza são bastante semelhantes aos da COVID-19.

Medidas de prevenção: tomar a vacina da gripe. Quem não foi vacinado deve redobrar os cuidados com a higienização das mãos, manter distância de pessoas contaminadas e evitar aglomerações.

Importância da vacina da gripe: este ano, a imunização contra a influenza foi antecipada para os grupos de risco para a COVID-19 e os profissionais de saúde. Isso não significa que a vacina protege contra o coronavírus, mas, como os sintomas são muito parecidos, ajuda no diagnóstico. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) defende a vacinação de rotina não só contra o vírus da influenza, mas de todas as doenças imunopreviníveis. Com a população protegida contra as doenças que podem ser evitadas, a SBIM acredita numa menor sobrecarga do sistema de saúde. Alguns estados brasileiros têm oferecido vacinação domiciliar, atendimento no sistema de drive-thru ou até mesmo em áreas abertas próximas aos postos de saúde para evitar aglomerações durante a campanha. 

Sarampo

Também causado por vírus, o sarampo tinha sido eliminado do Brasil em 2016, mas voltou a circular em 2018 e provocou surto em 2019. Foram mais de 18 mil casos confirmados, de acordo com a SBIM. Nos primeiros dois meses de 2020, o Ministèrio da Saúde registrou 338 casos em oito estados, e três mortes. A pessoa contaminada transmite o vírus por vias aéreas, ao tossir, espirrar ou soltar gotículas de saliva. É uma doença que compromete o sistema imunológico, abrindo portas para outras enfermidades.
Principais sintomas:



As complicações do sarampo podem variar entre pneumonia e infecções nos ouvidos até complicações neurológicas, como a encefalite, que pode ser fatal. 

Medidas de prevenção: vacina, em qualquer fase da vida, com doses variáveis de acordo com a idade. Se você não foi vacinado na infância ou não encontra a carteirinha de vacinação, informe-se sobre a necessidade de receber uma dose contra o sarampo. As vacinas estão disponíveis na rede pública de saúde.

Em tempos de coronavírus, é bom sempre se lembrar dessas e de outras doenças que não deixam de existir em meio à pandemia.

Os beneficiários SulAmérica contam com o serviço Médico na Tela, que disponibiliza um médico para você esclarecer suas dúvidas e sintomas, olho no olho, a partir de chamada de vídeo, sem sair de casa. Se precisar de atendimento, acione o serviço pelo aplicativo.


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