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Como retomar as atividades ao ar livre de forma mais segura Epidemias

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Como retomar as atividades ao ar livre de forma mais seguraCom a reabertura gradual de parques, praças e calçadões das praias no Brasil, a prática de exercício físico ao ar livre tem sido retomada. Como ainda não temos vacina para Sars-Cov-2, vale lembrar que, ao sair de casa, todos se tornam mais suscetíveis ao vírus; por isso é tão importante usar máscara, manter o distanciamento das pessoas e realizar a constante higienização das mãos.

 

Para quem optar por atividades físicas ao ar livre, o Ministério da Saúde lista dois protocolos básicos: escolher locais abertos e evitar aglomeração. A prática só é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) caso seja respeitado o distanciamento físico de até dois metros para evitar a propagação do vírus. 

E antes de colocar os tênis de corrida, veja outros cuidados importantes:

 

Uso de máscara durante o exercício

Em muitas cidades, o uso de máscara é obrigatório mesmo durante modalidades aeróbias, como caminhada e corrida. Embora possa provocar desconforto para respirar, você pode minimizar o incômodo diminuindo o ritmo e a intensidade do exercício, mantendo a máscara no rosto, a não ser para substituí-la por outra seca, já que a umidade aumenta com a frequência respiratória e diminui a proteção da máscara.

 

Recomeço deve ser aos poucos

É importante retomar a frequência dos exercícios aos poucos, respeitando o período de adaptação do corpo. Mesmo quem continuou fazendo exercício durante a quarentena pode ter perdido condicionamento físico no período de isolamento em casa. Por isso, o ideal é iniciar gradualmente, já que aumentar o ritmo dos exercícios de uma vez aumenta as chances de se lesionar e sofrer com a fadiga. Para quem pertence ao grupo de risco, a recomendação é continuar se exercitando em casa – afinal, o isolamento ainda é a maneira mais segura de prevenção contra a COVID-19.

 

Distanciamento maior em corridas e pedaladas

Quando um ciclista ou corredor exala, tosse ou espirra, as gotículas tendem a ser arrastadas pelo vácuo que se forma atrás de si. Ao observar essa tendência, pesquisadores da Universidade Tecnológica de Eindhoven, da Holanda, passaram a recomendar uma maior distância para quem for correr ou pedalar. No artigo intitulado Distanciamento social: durante caminhadas, corridas ou pedalada, recomenda-se que os praticantes de caminhada devam manter pelo menos 4 metros de distância ao seguir outras pessoas; os corredores devem ficar a 10 metros de distância uns dos outros; e os ciclistas rápidos devem andar com um distanciamento ainda maior, de 20 metros.

 

Estou com os sintomas suspeitos da COVID-19, e agora?

Caso sinta febre, tosse ou dificuldade para respirar, evite sair de casa, seja para se exercitar, seja para qualquer outra atividade. Pessoas que podem estar com os sintomas relacionados à doença, como explicamos, devem permanecer em isolamento domiciliar por ao menos 14 dias. E caso o quadro se agrave, com febre persistente e falta de ar, a recomendação é procurar ajuda hospitalar.  

 

Risco de contágio ainda existe

Mesmo com a flexibilização para atividades fora de casa, o Ministério da Saúde ressalta que continuam valendo as medidas de prevenção contra o coronavírus:

 

  • Usar máscara em todos os ambientes, inclusive ao ar livre

  • Não tocar o rosto com as mãos e evitar ao máximo ajustar a máscara na rua

  • Higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel com frequência

  • Cobrir o rosto com o antebraço ou lenço de papel ao tossir ou espirrar

  • Evitar aglomerações e manter distância de, pelo menos, 1 metro de outras pessoas

  • Não compartilhar objetos de uso pessoal

  • Se estiver com qualquer sintoma suspeito de coronavírus, como febre, tosse seca e dor de garganta, manter-se isolado de outras pessoas por 14 dias e buscar orientações de saúde

 

Tem alguma dúvida? Os beneficiários da SulAmérica contam com diversos recursos no combate ao novo coronavírus por meio do aplicativo SulAmérica Saúde. Saiba mais em sulamerica.com.br/coronavirus

 

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Fontes: Ministério da Saúde, OMS, Universidade Tecnológica de Eindhoven e Universidade de São Paulo.

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