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Febre Hemorrágica Brasileira por Arenavírus Doenças Crônicas

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sulamerica-saude_artigo-doencas-febre-hemorragica-2020_01 (1)titulo arenavirus

No dia 17 de janeiro de 2020, o Ministério da Saúde confirmou oficialmente um caso de febre hemorrágica brasileira causada por arenavírus. O infectado foi um homem, adulto, morador da cidade de Sorocaba. O caso foi comunicado à Organização Mundial de Saúde (OMS) e à Organização Pan-americana da Saúde (OMS/OPAS), conforme protocolos internacionais estabelecidos. A doença não era registrada no país havia mais de 20 anos e as infecções causadas pelo arenavírus são raras, porém de alta letalidade. Apesar de ter sido um fato isolado e estar sob o monitoramento do Ministério da Saúde, a ocorrência preocupou os habitantes da cidade e de regiões próximas, além de gerar muitas dúvidas sobre a enfermidade. Antes disso, o Brasil só tinha registrado quatro casos da doença há 20 anos, sendo três adquiridos em ambiente silvestre e um por infecção hospitalar. Apesar do caráter alarmante, não há motivo para pânico: é preciso buscar informações! Entenda os principais sintomas, formas de contágio e como se prevenir da febre hemorrágica.


O QUE É A FEBRE HEMORRÁGICA BRASILEIRA E COMO É TRANSMITIDA?


Trata-se de um tipo de febre hemorrágica de origem zoonótica (parasitas de animais) provocada pelo vírus da família Arenaviridae (arenavírus), uma variante do vírus Sabiá. Ele é classificado como nível máximo de biossegurança pelas agências de vigilância sanitária. A transmissão em humanos pode ocorrer de duas formas: - Inalação de pequenas partículas formadas da urina, fezes e saliva de pequenos mamíferos infectados, geralmente roedores silvestres. Esses animais atuam como hospedeiros do vírus. - Transmissão entre seres humanos quando existe um contato muito próximo e prolongado com pessoas doentes ou em ambientes hospitalares quando não são usados os equipamentos de proteção, por meio do sangue, urina, fezes, saliva e outras secreções ou excreções.

De acordo com o Ministério da Saúde, o vírus que provoca a doença é classificado como nível de biossegurança 4, o que aponta o risco elevado de transmissão.


QUAIS SÃO OS SINTOMAS?


São muitos os sintomas da febre hemorrágica brasileira, e eles se manifestam de 6 a 14 dias (variando de 5 a 21 dias) após a exposição ao vírus. Inicialmente, eles podem ser confundidos com os de outras doenças, como febre amarela e dengue, por isso é importante estarmos atentos.




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QUAL O TRATAMENTO PARA A FEBRE HEMORRÁGICA BRASILEIRA?


A partir da confirmação da doença, o tratamento é feito com base nos sintomas que o paciente apresenta. Para que os sintomas não avancem, o ideal é entrar com a medicação o quanto antes; então, ao menor indício da doença, é preciso buscar um serviço de saúde para iniciar a investigação e evitar a transmissão do arenavírus para outras pessoas.


COMO POSSO ME PREVENIR DA DOENÇA?

Evite o contato com roedores silvestres encontrados em áreas rurais e de mata. Caso frequente esses ambientes:

  • Evite sentar diretamente no chão;

  • arejar e, se possível, molhar o chão para evitar poeira de lugares fechados por muito tempo ou com sinais de roedores (urina e fezes);

  • monte acampamentos em lugares afastados da presença de roedores.



NOVO CASO DE FEBRE HEMORRÁGICA: DEVO ME PREOCUPAR?

As investigações do caso mais recente de febre hemorrágica brasileira apontam que o caso foi isolado, restrito ao estado de São Paulo. O Ministério da Saúde observou todos os locais onde o paciente, que faleceu em decorrência da doença, foi atendido, bem como os parentes e profissionais da saúde que tiveram contato com ele. O contágio do arenavírus não existiu, o que significa que não há riscos de uma epidemia nacional, como foi apontado no Boletim Epidemiológico de janeiro de 2020. Os residentes de áreas rurais devem ficar atentos e conhecer os sintomas da febre hemorrágica para buscar atendimento médico ao menor sinal da doença.  Os beneficiários SulAmérica podem contar com o esclarecimento de dúvidas e orientação preventiva através do serviço de Orientação Médica Telefônica. 


Fontes

Ministério da Saúde
Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Fundação Oswaldo Cruz



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