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Dieta Dash: alimentação que ajuda a controlar a pressão alta

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Você já ouviu falar na dieta Dash? Considerada uma das dietas mais saudáveis de todos os tempos, a DASH, sigla em inglês para Abordagem Dietética contra a Hipertensão, é capaz de controlar e reduzir significantemente a pressão alta.

O plano alimentar, desenvolvido pelo The National Heart, Lung and Blood Institute (NHLBI), nos Estados Unidos, incentiva a reduzir o consumo de sódio – um dos principais vilões da hipertensão – e a incluir nas refeições uma variedade de alimentos ricos em nutrientes que ajudam a baixar a pressão arterial, tais como potássio, cálcio e magnésio.

A dieta é composta por frutas, vegetais e produtos lácteos com baixo teor de gordura. Inclui grãos integrais e menos grãos refinados em comparação com uma dieta típica. Carne vermelha, doces e refrigerantes são reduzidos.  De acordo com avaliações da NHLBI feitas com grupos de pacientes hipertensos, os indivíduos que realizaram essas mudanças alimentares tiveram uma redução significativa na pressão arterial e, em casos mais leves, suspenderam o uso de medicamentos. Outros conseguiram diminuir a dosagem dos remédios.   Hoje, já se sabe que a dieta Dash traz inúmeros benefícios à saúde que vão além da redução da pressão arterial. Pesquisas da NHLBI mostram que esse plano alimentar ajuda a diminuir a ocorrência de doenças cardiovasculares, contribui para a redução de peso e atua na prevenção de doenças como osteoporose e câncer.  



Hipertensão atinge 25,7% da população

 

A hipertensão atinge atualmente 25,7% da população brasileira e representa o mais importante fator de risco para o desenvolvimento das doenças cardíacas e vasculares no mundo.

 

Caracterizada pela dificuldade do sangue em passar pelos vasos do organismo devido ao endurecimento das paredes das artérias, a condição ocorre quando a pressão está acima do limite considerado ideal, ou seja, 12 por 8.

 

Herança genética, maus hábitos de vida, que incluem o consumo excessivo de sal, produtos industrializados, gorduras e bebidas alcoólicas, além de estresse e tabagismo estão entre os principais fatores de risco para essa condição.

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