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O que você sabe sobre a surdez? Aprenda como prevenir os problemas auditivos Doenças Comuns

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sulamerica_2020_saude_artigo_surdez_v2_headerNo Brasil, quase 10 milhões de pessoas têm algum grau de surdez, segundo dados do IBGE. Isso representa 5% da população brasileira. Ainda assim, muitos desconhecem as características e causas desse tipo de deficiência. No mês de novembro se comemora o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez, que luta pela educação e conscientização dos problemas auditivos. A data é uma oportunidade para aprender mais sobre os tipos de surdez, como eles surgem e quais hábitos podem contribuir para evitar o surgimento de problemas de audição.


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Para entender a surdez é preciso compreender brevemente como ouvimos. A orelha é dividida em três partes: externa, média e interna. O som chega à orelha externa (a que vemos) e faz vibrar o tímpano, que a separa da orelha média. A vibração no tímpano é conduzida pelos ossículos do ouvido na orelha média até o ouvido interno. Neste, a cóclea é estimulada e envia o som ao nervo auditivo, de onde ele parte em direção ao cérebro. É lá que esse som vai ser interpretado, ou seja, é o cérebro que reconhece se um som é uma melodia de piano, uma sirene ou um latido de cachorro.

Um problema em qualquer uma das etapas dessa estrutura, seja no cérebro, seja em uma das três partes da orelha, pode causar a perda auditiva. E essas perdas podem ser permanentes ou temporárias, com diferentes intensidades.


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Alguns hábitos, como ouvir som muito alto e usar fones de ouvido frequentemente e em alto volume, podem causar perda auditiva. Isso porque a exposição a um som muito forte pode destruir as células ciliadas, localizadas na cóclea (orelha interna). Essas pequenas lesões no ouvido podem causar uma perda gradativa de audição que passa despercebida, mas pode levar à surdez a longo prazo.

Atitudes que ajudam a prevenir a surdez:

  • Evitar ouvir som muito alto

  • Reduzir a frequência do uso de fones de ouvido

  • Não introduzir objetos pontiagudos na orelha, para evitar lesões

  • Usar protetores de ouvido quando houver exposição a sons muito altos, como em shows

  • Em caso de exposição excessiva a ruídos no trabalho, usar equipamentos de proteção

  • As gestantes devem realizar o exame pré-natal para se proteger contra sífilis, rubéola e toxoplasmose, que podem provocar surdez nas crianças 


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Em adultos e idosos, um exame de audiometria é capaz de identificar se a audição foi comprometida. A perda auditiva é um processo natural do envelhecimento. Já em crianças, o teste da orelhinha é feito nos recém-nascidos ainda na maternidade, para verificar a presença de anormalidades auditivas. Ainda assim, é importante acompanhar o comportamento da criança, pois as perdas auditivas podem ser progressivas, aparecendo meses depois do teste, ou adquiridas após uma doença. Dificuldade do desenvolvimento da fala, problemas para ouvir consoantes e até mesmo evitar conversas são sinais de comprometimento da capacidade auditiva.

O tratamento é indicado pelo médico de acordo com o tipo de surdez e o grau de comprometimento da audição. Implantes cocleares, cirurgias e medicamentos podem ser necessários, e são capazes de contribuir para uma recuperação significativa da capacidade auditiva. Ouvir mal ou pouco afeta a saúde emocional e pode levar ao isolamento de atividades sociais, por isso é importante consultar um médico para fazer um diagnóstico e saber mais sobre as opções disponíveis para corrigir ou diminuir o problema.

Caso você necessite de mais orientações: os beneficiários da SulAmérica podem contar com a Orientação Médica Telefônica para falar com um profissional de saúde e tirar suas dúvidas, clique aqui e saiba mais.


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