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Intoxicação por monóxido de carbono: um mal recorrente Doenças Comuns

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A intoxicação por monóxido de carbono (CO) é uma das intoxicações fatais mais comuns, ocorrendo por inalação. O monóxido de carbono (CO) é incolor e inodoro, e pode ser encontrado em casos de incêndio na residência, automóveis vedados, aquecedores à gás, aquecedores de água quente, fornos, fogões à lenha ou carvão e aquecedores à querosene. Outra situação onde podemos encontrar o gás é na inalação de fumaça de cigarro, que resulta em CO no sangue, mas não em quantidade suficiente para produzir uma intoxicação.


Por que a intoxicação ocorre?

O transporte de oxigênio para os diferentes tecidos do corpo é realizado pela hemoglobina, que carrega o O2 inalado através da corrente sanguínea. Porém, a hemoglobina tem uma afinidade química muito maior com o monóxido de carbono do que com o O2. Dessa maneira quando a quantidade de CO no organismo está alta o transporte de oxigênio, que é vital para o funcionamento das células e tecidos, fica comprometido. Com isso, eventualmente os órgãos do corpo começam a entrar em colapso causando diversos sintomas e em alguns casos pode levar o indivíduo a morte.

Sinais e sintomas

Os sintomas da intoxicação por CO (monóxido de carbono) tendem a se correlacionar com a concentração do gás na corrente sanguínea. O problema é que muitos sintomas são inespecíficos, o que compromete no reconhecimento da doença.

  • Náuseas e dor de cabeça podem ser observadas quando os níveis estiverem em 10 a 20%.

  • Níveis >20% causam tonturas, fraqueza generalizada, dificuldade de concentração e dificuldade de raciocínio.

  • Níveis >30% causam falta de ar, dores no peito e confusão mental.

  • Altos níveis podem causar síncope, convulsões e entorpecimento.

Quando os níveis são > 60%, pode haver hipotensão, coma, insuficiência respiratória e morte.

As pessoas podem ter muitos outros sintomas, incluindo deficiência visual, dores abdominais e paralisias parciais. Se a intoxicação for grave, sinais e sintomas como demência, psicose, parkinsonismo e amnésias se desenvolvem semanas após a exposição e se tornam permanentes. Pelo fato da intoxicação por CO frequentemente resultar de incêndios residenciais, os pacientes também apresentam dano das vias respiratórias o que pode aumentar o risco de insuficiência respiratória.

Diagnóstico

O diagnóstico da intoxicação por CO é facilmente omitido, pois os sintomas podem ser vagos, inespecíficos e variáveis. Muitos casos de intoxicações mais leves são confundidos com síndromes virais. Os médicos precisam ter um alto nível de suspeita para identificar o problema.

Se feita a suspeita de intoxicação por CO, mede-se através de exame de sangue o nível de carboxi-hemoglobina (que é a junção do CO com a hemoglobina) no sangue.

Uma complicação do exame é que estes níveis podem ser falsamente baixos, pois os níveis de CO abaixam rapidamente uma vez que a exposição ao gás é interrompida.
Outros exames auxiliam na avaliação de sintomas específicos como eletrocardiograma e a tomografia computadorizada de crânio.

Tratamento

Em primeiro lugar é necessário sair do local onde está a fonte de CO. Posteriormente a pessoa pode ser submetida a uma oxigenoterapia, que consiste em oferecer oxigênio extra através de inalações, para proteger a pessoa dos efeitos dos baixos níveis de O2.

Prevenção

A prevenção se da pela pesquisa de focos de combustão dentro da residência para assegurar que as instalações estejam corretamente feitas e com aberturas para o exterior. Canos exaustores devem ser inspecionados periodicamente para detectar fendas. Nunca se deve deixar o carro ligado em uma garagem fechada. Detectores de CO devem ser instalados para avisarem precocemente a presença em excesso do gás dentro da residencia. Havendo suspeita, as janelas devem ser abertas, a residência desocupada e a fonte de CO procurada.

 

 

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