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Janeiro Roxo: mês de conscientização sobre a hanseníase Calendário

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Janeiro Roxo: Hanseníase tem cura
Considerada uma das doenças mais antigas da humanidade, a hanseníase é uma condição infectocontagiosa de evolução crônica, que provoca lesões na pele e nos nervos periféricos, podendo provocar deformidades e levar a sérias incapacidades físicas.

De acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde, o Brasil é o segundo país com maior número de casos da doença no mundo, com mais de 26 mil infecções registradas em 2017. Por esse motivo, a hanseníase permanece ainda como um sério problema de saúde no país.

 

Formas de transmissão

A hanseníase tem como agente causador o Micobacterium leprae, um bacilo com capacidade de infectar um grande número de pessoas por meio da respiração e contato próximo e prolongado com indivíduos infectados, que não fizeram tratamento.

 

Apesar de ser uma doença contagiosa, apenas uma pequena parcela das pessoas que tiveram contato com o bacilo realmente adoecem. Isso por que a maioria consegue desenvolver uma resistência natural contra o Micobacterium leprae. Vale ressaltar que, ao penetrar no organismo, o bacilo pode levar entre dois a sete anos para manifestar a doença.

 

Sintomas

  • Manchas claras, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, com diminuição ou perda da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato;

  • Caroços na pele;

  • Áreas com diminuição dos pelos;

  • Formigamento, sensação de choque, dores e fisgadas nos braços, mãos, pernas e pés;

  • Entupimento, ressecamento e sangramento nasal;

  • Olhos secos;

  • Diminuição de força;

  • Inchaço nas mãos e nos pés.

 

Diagnóstico

O diagnóstico da hanseníase é feito por meio de avaliações dermatológicas e neurológicas realizadas no próprio consultório médico. Além disso, podem ser solicitados exames laboratoriais para confirmação da doença.



Hanseníase tem cura!

 

A hanseníase pode ser curada com a Poliquimioterapia (PQT), uma associação de antibimicrobianos, recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O tratamento pode ser feito em casa, com supervisão médica, e a duração varia entre nove a 18 meses, de acordo com a classificação da doença, que pode ser Paucibacilar-PB ou Multibacilar-MB. Ainda início do tratamento, a condição deixa de ser transmissível.

É importante lembrar que amigos e parentes do indivíduo infectado devem procurar atendimento médico para serem examinados, já que o bacilo pode permanecer incubado no organismo por anos.

 

Como prevenir

Ter cuidados com a saúde e manter acompanhamento médico regular é a principal maneira de garantir o diagnóstico precoce e evitar as complicações da doença. Além disso, é importante manter medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com regularidade e antes de se alimentar.



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