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Doação de órgãos: um ato em favor da vida Calendário

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Dia Nacional da Doação de Órgãps


Em 27 de Setembro celebra-se o Dia Nacional da Doação de Órgãos. A data é  lembrada com a finalidade de despertar na população a consciência da importância  da  doação de órgãos, já que cerca de 24 mil pessoas, somente no Brasilcontinuavam  na fila de transplantes em julho de 2018, segundo o Ministério da Saúde.  Considerando também aqueles que precisam de transplante de córnea, o total de  pacientes à espera ultrapassa os 33 mil. 

Uma das maneiras de contribuir para a mudança deste cenário, e garantir mais  qualidade de vida às pessoas que dependem desse ato, é fazendo com que a temática da doação se torne algo comum no cotidiano.


Só para se ter uma ideia do benefício que uma conversa com familiares e a expressão do desejo de ser doador pode gerar: sabe-se que aproximadamente 43% dos familiares de pessoas com morte encefálica se negam a doar os órgãos daquele que teve o óbito declarado, também de acordo com dados do Ministério da Saúde. Muitas vezes, isso ocorre por falta de conhecimento da vontade desse familiar. Ou seja, se você pensa em ser doador e salvar vidas, fale com seus parentes e amigos sobre isso.

Doadores vivos 

É importante deixar claro também que a doação nem sempre depende da morte de uma pessoa. Há casos em que é possível realizar um procedimento de doação de órgãos chamado intervivos. Nessas situações podem ser transplantados um dos rins, parte do fígado, do pulmão ou da medula óssea, ou seja, órgãos e tecidos que não prejudicam as aptidões vitais do doador.

 

Já os doadores que sofreram morte cerebral, em geral, podem doar:

- coração;

- córneas;

- fígado;

- intestino;

- ossos;

- pâncreas;

- pele;

- pulmões;

- rins;

- tendões.

Como se declara a morte cerebral?

Considera-se morte encefálica a parada definitiva e irreversível do encéfalo, provocando a falência geral do organismo em pouco tempo. Além do neurologista, um decreto de 2017 determina também que profissionais de outras áreas, desde que capacitados para isso, declarem a morte cerebral quando necessário. A medida visa que a falta de notificação por um profissional de neurologia não se torne um impeditivo para as doações.

Para confirmar a morte cerebral, são feitos dois exames neurológicos que avaliam a integridade do tronco cerebral. Após o segundo exame clínico, é realizado ainda um exame complementar que demonstra a ausência de perfusão sanguínea cerebral, ou atividade elétrica cerebral, ou atividade metabólica cerebral.

 

Se você deseja ser um doador de órgãos, avise sua família!Uma simples atitude pode salvar vidas.



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